sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mudemos de endereço (outra vez)

A mudança de endereço vai ser definitiva para:

http://olindapgil.blogspot.pt/

A página ainda vai sofrer alterações, mas as novas postagens serão por ali.
Atempadamente contactarei os leitores mais fiéis para me ajudarem na divulgação da nova página.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

domingo, 19 de outubro de 2014

Outono no meu Alentejo

No meu Alentejo agora é tempo de renascimento. Os primeiros verdes despontam, ao mesmo tempo que as árvores perdem as folhas. É uma estação boa mas que coloca os deuses celtas confusos.











domingo, 12 de outubro de 2014

Exílios

Durante esta semana ofereço o meu ebook EXÍLIOS:
https://www.smashwords.com/books/view/450374
Sigam o link e usem o Cupão VM63G

sábado, 11 de outubro de 2014

Apresentação de "Sudoeste" na Biblioteca Municipal Aljustrel



Simples e rápida, como se pede a quem anda há pouco tempo nisto, a quem não temeu os ebooks mas ainda os sente muito leves na mão.

domingo, 5 de outubro de 2014

Possível mudança de endereço

Olá a todos

Este blog tem um domínio próprio, que pago anualmente. Não é nada de especial, é cerca de 20€ por ano.

A renovação é no final deste mês, feita pelo google APPS. Acontece que perdi o username e a password do google APPS.

Em caso de, até final do mês não encontrar os dados, iremos ter continuidade aqui:
http://olindapgil.blogspot.pt/

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Assuntos de Escrita - Pedro Cipriano

Pedro Cipriano é autor de Caderno Vermelho e blogger aquiAceitou gentilmente ser entrevistado para a nossa rubrica, Assuntos de Escrita.


Como se enquadra “Caderno Vermelho” no conjunto dos textos que já publicaste?

Eu questionei-me e continuo a questionar-me a mesma coisa. A primeira vista não parece haver muita relação, já que eu tenho publicados essencialmente contos de ficção especulativa. Num segundo olhar, consigo ver um padrão, já que as mensagens que tenho transmitir são coerentes entre os vários trabalhos.  Se eu tivesse de enquadrar este livro e juntá-lo a um grupo de textos, iria fazer um grupo com os ensaios. Aparentemente não há relação entre a poesia e o ensaio, à excepção da temática. Acabo por me focar bastante na condição humana, porque gosto que o que escreva ajude a mudar a sociedade para melhor.

Podes de algum modo falar da relação do teu livro com a situação contemporânea de Portugal? Ou isso é só mesmo para os “iniciados” que o leram?

O Caderno Vermelho está intimamente ligado à situação actual do mundo inteiro, Portugal não é nem um dos melhores países nem um dos piores. Digamos que temos os nossos pontos fortes e aqueles em que não estamos tão bem. Desde o sistema político desde aos nossos afectos, há muito que pode ser mudado e este livro é um encorajamento para que isso aconteça. Não desejo que o livro seja uma meta em si mesmo, porque o caminho para a perfeição é infinito.

Tenho em conta que trabalhas na área da física de partículas, como é que isso se relaciona com a escrita?

Eu tento separar a física de partículas da escrita: a primeira é emprego e a segunda é lazer. Sempre tentei criar compartimentos estanque tanto mentais, como espaciais e temporais entre as duas actividades. Não nego que uma das actividades não acabe por influenciar a outra. Um dos exemplos é nos contos pertencentes à Era Dourada, um ebook que publiquei em 2013, em que muitas das personagens principais são cientistas e até mesmo a própria temática acaba por entrar muito no domínio cientifico.

Podes revelar alguma coisa sobre projectos futuros?

De momento estou a rever um romance de aprendizagem de nome “A Menina dos Doces”. A vida académica reserva muitas surpresas a Mariana. Entre as novas amigas e um possível namorado, a maior reviravolta é a existência de uma falecida prima, chamada Liliana, cuja memória foi ostracizada pela família. À medida que os pais se escondem em mentiras e abusos de autoridade, Mariana vai conhecendo Liliana através das cartas e do diário que ela deixou.
Foi um livro que escrevi durante o Nanowrimo de 2012. É um manuscrito que trato com algum carinho, já que algumas das situações descritas aconteceram pessoas que me são próximas e acontecem todos os dias a pessoas que vós rodeiam sem quem a maioria dê de conta. Aborda temas como a negligência parental, sexualidade, morte e pressão de grupos.

domingo, 7 de setembro de 2014

FACES DE MARISA...: "SUDOESTE", DE OLINDA P GIL

FACES DE MARISA...: "SUDOESTE", DE OLINDA P GIL: Foi num fininho que li o "Sudoeste", de Olinda P. Gil, um livro de contos português que adquiri em formato aqui e adorei. digital...







Acordar ao domingo e ter esta surpresa é sinal de um bom final de fim-de-semana! Passem por lá, vejam a opinião e visitem o blog, que vale a pena!

sábado, 6 de setembro de 2014

Leitores: Joana Cardoso




Para a nossa rubrica do blog, leitores, convidámos a blogger, Joana Cardoso para responder às nossas perguntas. A Joana mostra as suas leituras no blog Leitora de Fim-de-Semana.

Que sentimentos procuras que um livro te deixe? 
Na maior parte das vezes procuro que um livro me deixe sentimentos de nostalgia, pretendo que ele me faça sentir completamente arrebatada e incapacitada de qualquer tipo de acção até conseguir chegar ao fim da narrativa. No entanto há determinados tipos de livros que procuro com a intenção de que me façam sentir simplesmente aconchegada, que me deixem com um sentimento de "so cuteee". Acho que os sentimentos que pretendo que um livro me deixe depende muito do meu estado de espírito.

A leitura, para ti, é uma companhia, um escape, uma busca pelo mundo sem sair de casa ou tudo isto? 
Tudo isso e muito mais, é um perder-me em mim mesma e nos personagens que me rodeiam. É um escape da realidade para inúmeros mundos que muitas vezes nos demonstram situações piores ou melhores, fazendo-me sentir que há sempre esperança que as coisas melhorem ou que me aperceba que as coisas não são tão más como parecem. É uma companhia nos momentos difíceis e nos menos difíceis, nos momentos de alegria ou de tristeza, pois na leitura sentimo-nos sempre compreendidos e conseguimos ver como os nossos heróis iriam lidar com as mesmas situações.

Quando fores velhinho/a e já não vires bem as letras o que vais fazer à tua vida de leitor/a? 

Nada. Vou continuar a ler como sempre. Os e-readers vêm com opção de letra gigante, e as lupas ainda servem para aumentar. Depois só tenho que arranjar uma bolasinha catita para os apetrechos .

sábado, 30 de agosto de 2014

"Sudoeste" e o Rîbat da Arrifana

Como sabem a minha grande inspiração para "Sudoeste" foi a Costa Vicentina. A paisagem e os lugares que aparecem no livro saíram dali. Alguns são reais, outros são imaginados, mas poderia muito bem ali existir.

O templo em ruínas, local quase que mágico e roleta de muitos acontecimentos, na realidade não existe. Mas foi fortemente inspirado nos seguintes locais:

O forte da Praia do Pessegueiro e o forte da Ilha do Pessegueiro




Cabo Sardão



Ponta de Sagres, Fortaleza de Sagres e Cabo de São Vicente:




Na Tempestade Hércules, só por curiosidade

Que haveria eu de descobrir depois de tudo isto?
O Rîbat da Arrifana





Ainda há pouco tempo tinha lido sobre Ibn Qasî, o sufi do tempo de Afonso Henriques no livro "Grandes Enigmas da História de Portugal", coordenado por Miguel Sanches de Baêna e Paulo Alexandre Loução. Estas ruinas inserem-se perfeitamento no ambiente descrito no artigo.

Desconhecia que existiam ruínas de um rîbat. E muito menos que essas ruinas encaixavam tão bem no meu templo em ruínas.

Serão memórias genéticas, memórias de outras vidas, energias místicas? Entretanto alguém me disse que era a memória colectiva.
Ou será que a Costa Vicentina é um ambiente ideal para estas coisas, que nos leva a imaginar o que já existiu?

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Leitores: Silvana Martins



Para a nossa rubrica do blog, leitores, convidámos a blogger Silvana Martins para responder às nossas perguntas. A Silvana mostra as suas leituras no blog Por Detrás das Palavras.

Que sentimentos procuras que um livro te deixe?
Depende do meu estado de espírito! Em geral gosto que um livro consiga nos provocar alegria, tristeza, raiva, amor, saudade, magia… Eu gosto de encontrar diversos sentimentos nos livros, porque todos eles fazem parte de nós e a presença deles nos livros tornam-nos mais reais, conseguem uma maior proximidade ao leitor. Quando me deparo com um livro que nos mostre diversos sentimentos consigo criar uma maior ligação com o livro e com as personagens, assim como ele permanece durante muito mais tempo na minha memória.

A leitura, para ti, é uma companhia, um escape, uma busca pelo mundo sem sair de casa ou tudo isto?
É um conjunto de todas essas coisas… É uma verdadeira companhia! Daquelas que nunca nos aborrecem nem deixam da mão, uma companhia silenciosa e ao mesmo tempo cheia de barulhos interiores. Desde pequena que os livros são os meus grandes companheiros. Como passava muito tempo sozinha, os livros tornaram-se uns amigos fiéis. É igualmente um escape, porque quando estou aborrecida ou triste consigo abstrair-me dos meus problemas entrando num mundo criado por outras pessoas, com outros problemas, com outras vivências, com outras experiências… É também um mundo sem sair de casa, uma vez que me permite conhecer outros locais e outras pessoas.

Em conclusão, a leitura e os livros dão-me tanto que por vezes é difícil colocar por palavras aquilo eles que representam para mim… Fazem parte de mim…

Quando fores velhinho/a e já não vires bem as letras o que vais fazer à tua vida de leitor/a?
Isso é algo que me assusta verdadeiramente… Do lado paterno da minha família, há historial clínico de cegueira e isso deixa-me com medo, até porque muitas das coisas que adoro fazer dependem da visão… Espero que nunca venha a acontecer, mas caso acontece gostaria que lessem para mim e claro, recorrer aos audiobooks. Nunca experienciei nenhuma das opções anteriores, porque simplesmente gosto de ser só eu e o livro, uma espécie de relação pessoal que se estabelece, por isso nunca ninguém leu para mim. No que respeita aos audiobooks talvez venha a experimentar, assim que surja a oportunidade, só para ver como me adapto a esta nova forma de me cruzar com um novo mundo dos livros. 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

POR MUNDOS DIVERGENTES

cover_revealban

POR MUNDOS DIVERGENTES
Data de lançamento | 21 de Setembro

  add-to-goodreads

capa

sinopselogo

Num futuro por vezes próximo, por vezes distante, Portugal sucumbe dos mais variados estados ditatoriais. Aquele que pensa é um inimigo do Estado. Um inimigo da pátria que tem de ter cuidado... e os que não têm cura, devem ser sacrificados pelo bem maior.

Por mundos divergentes conta com cinco contos distópicos escritos por Ana C. Nunes, Nuno Almeida, Pedro G. Martins, Ricardo Dias e Sara Farinha.
  capainteira

domingo, 24 de agosto de 2014

Caderno Vermelho by Pedro Cipriano

Caderno VermelhoCaderno Vermelho by Pedro Cipriano
My rating: 5 of 5 stars

Já tinha lido "O Caderno Vermelho" de Pedro Cipriano antes de ter sido editado e a minha opinião sobre o livro não mudou. Estamos perante um conjunto de poemas, sonetos em redondilha menor, que falam sobre um país e uma sociedade que não está nos seus melhores dias - a nossa, claro. O livro, dividido em várias secções, permite um "crescendo" nas temáticas, imitando um carácter iniciático e sempre atento a uma mensagem de alerta e de mudança de atitudes. Por alguma razão para mim ainda desconhecida este livro fez-me lembrar "A Mensagem" de Fernando Pessoa.

View all my reviews

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Leitores: Sara Farinha


Para a nossa rubrica do blog, leitores, convidámos a blogger, leitora e autora Sara Farinha para responder às nossas perguntas. A Sara mostra as suas leituras no seu blog.


Que sentimentos procuras que um livro te deixe?

Aquilo que procuro num livro que leio é que ele me leia também. Que transmita aquela sensação que conhece, compreende e acrescenta algo àquilo que penso, sou e sinto. Que cada história me proporcione os sentimentos nos quais foi gerada: Desejo, se escrita em desejo. Dor, se forjada em dor. Felicidade, se moldada em felicidade.

Não procuro que os livros me tragam sentimentos avassaladores mas, alguns, fazem-no inadvertidamente. Procuro sim, que eles sejam uma imagem daquilo que é a realidade da natureza humana, em qualquer uma das suas facetas, e que acrescentem algo à forma como vejo e compreendo o mundo.

Na página final, e se o livro for tudo aquilo que almejei, saio dele um pouco mais rica. Repleta da sensação que não fui só eu que o li, mas que fui lida por ele também… E, suficientemente surpreendida com as ideias novas (e reorganizadas) que me proporcionou.


A leitura, para ti, é uma companhia, um escape, uma busca pelo mundo sem sair de casa ou tudo isto?

A leitura é tudo isto. Uma companhia numa vida que (sempre) se vive só. Um escape para uma mente inquieta. Um experienciar do mundo entre as quatros paredes do cérebro (não de betão, porque leio em qualquer lado).

É uma forma de vida, de ser, experienciar o mundo e aprender. É algo que serve de barómetro para o meu estado de espírito. Quando me vejo impossibilitada de ler, se impedida por circunstância fico insatisfeita, se bloqueada por inquietação fico triste e preocupada.


Quando fores velhinho/a e já não vires bem as letras o que vais fazer à tua vida de leitor/a?

Se chegar a velha com este mesmo vício (porque nunca podemos prever o futuro) suponho que compro uns óculos, faço cirurgia à vista, dedico-me aos audiolivros, ou qualquer outra estratégia que resolva a impossibilidade. E, isto é mais um exemplo da natureza humana a funcionar. Há sempre espaço para uma solução criativa quando, realmente, se ama a leitura.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sudoeste: excerto 4

Excerto de Sudoeste:

"Entrei em casa como se os sete anos não tivessem passado. A entrada dava para a sala e vi-a num reboliço: objetos nossos partidos no chão. Passei para a cozinha e deparei com dois rapazes morenos, em idade de brincadeira, e uma rapariga loira, demasiado mulher para a idade. eram os meus filhos e eu não os conhecia.
Apesar da quinta estar igual aquando da minha partida, agora tudo era diferente.
Os rapazes olharam para mim sem me conhecerem, mas Ema, mais velha, recordava-se de mim e murmurou, de garganta cerrada.
- Pai.
Seguiu-se um silêncio feito do olhar sorridente que os rapazes lançavam um ao outro e a mim. Ema, de expressão dura, falou-me.
- Porque voltas tanto tempo depois? (...) Sai pela mesma porta que saíste há sete anos. Crescemos bem sem ti e ela deixou de te amar.
As palavras pareciam ter sido ensaiadas. A dureza era irreal. Ema? Onde estava a penina que tanto me amava e que tanto amei!"

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Sudoeste: excerto 3

Excerto de Sudoeste:

"Dos olhos de Ema nasceram lágrimas que lhe turvaram o olhar de azul para cinza. E o azul que me restou foi apenas o do céu.
- O pai foi embora? Deixou-nos? Deixou-me?
Deixou-me. Não tinha sido só à quinta, ao mar, ao templo. Não tinha sido só a Ema e aos rapazes. Tinha-me deixado a mim também. E isso doía.
- Deixou. - Abaixei-me perto dela e limpei-lhe as lágrimas. Abracei-a e deixei-a soluçar no meu peito. Poderia eu esperar outra coisa dele?
Deixei as minhas lágrimas para noite, no meu leito vazio e frio, e acalmei durante todo o dia, tentando confortá-los do inconfortável e fazê-los compreender o incompreensível.
Agora, Ema voltava a ser a minha filha, como a criança que saíra das minhas entranhas de encontro às mãos de Eros. Tinha Ema só para mim. E os dois rapazes."

domingo, 3 de agosto de 2014

Assuntos de Escrita - Filipa Fonseca Silva

Filipa Fonseca Silva é autora de Os 30 - Nada é como Sonhámos e de O Estranho Ano de Vanessa M.. Escreve no blog Crónicas de uma Fashion VictimAceitou gentilmente ser entrevistada para a nossa rubrica, Assuntos de Escrita.

1. “O Estranho Caso de Vanessa M.” já tinha sido editado na Amazon, tanto em português como na sua tradução para inglês. Como foi a receptividade do livro nessa altura? E agora?
Na altura foi muito bem recebido. Quer os leitores portugueses, quer os de língua inglesa , quer ainda bloggers da especialidade deixaram excelentes críticas no site da Amazon e em mensagens nas redes sociais. Este lançamento na versão papel pela Bertrand, que ainda é muito recente, também está a ser muito elogiado, o que me deixa muito feliz.

2. Já comentaste que a edição deste novo livro tem tudo a ver com a presença do teu livro anterior no Top 100 da Amazon. Também não é novidade o modo como chegaste lá. Mas como o vivenciaste pessoalmente e de que modo isso se relaciona com os teus objectivos/ expectativas em relação à escrita?
Foi um grande orgulho porque foi fruto de uma trabalho intenso ao longo de mais de um ano. Ainda por cima num ano que tive o meu primeiro filho (2012), com todas as transformações que isso implica. Foi muito recompensador e deixou-me com cada vez mais vontade de me dedicar a 100% à escrita. Financeiramente ainda não é uma opção, mas se os livros continuarem a ter sucesso, pode ser que o consiga a médio prazo. 

3.  Como é isso de ser publicitária, escritora e mãe de crianças pequenas?
É o caos! É abdicar de todas as horas de sofá, do ginásio, de fins-de-semana de passeio, das pausas para o café. Nos dias em que tenho algum tempo livre na agência, em vez de relaxar ou dar dois dedos de conversa com os colegas, como a maioria das pessoas faz, agarro no bloco de notas e começo a trabalhar nas ideias para livros ou no blog. À noite, depois dos miúdos estarem a dormir, a mesma coisa. Mas como se costuma dizer, quem corre por gosto não cansa.

4.  Há projectos na manga?
Sim, estou a trabalhar num livro de crónicas de deverá ser lançado no primeiro trimestre de 2015 e estou a começar a alinhavar ideias para ao terceiro livro.

5. És publicitária. A tua profissão relaciona-se, de algum modo, com a escrita?

Sim, acho que acaba por influenciar um estilo que os leitores têm caracterizado como muito visual e cinematográfico. Também é uma profissão que me obriga a criar mundos e personagens e a estar constantemente a escrever e a explorar na língua portuguesa.

sábado, 2 de agosto de 2014

A Heroína e o Guerreiro by Ana C. Nunes

A Heroína e o GuerreiroA Heroína e o Guerreiro by Ana C. Nunes
My rating: 4 of 5 stars

Palavra principal do texto: humor.
A Ana soube aplicar o cliché para criar humor e deu um grande resultado! Fartei-me de rir.
O humor funciona muito bem com a deturpação do conhecido, mas atenção! Escrever humor não é nada fácil!
Reparei em influências "manga", o que dá um resultado engraçado e texto narrativo.

View all my reviews