Domingo, 19 de Maio de 2013

Escrita: Publicado: Devaneios do Senhor Bentley!

Escrita: Publicado: Devaneios do Senhor Bentley!: Livro de contos gratuito! Aqui: http://www.smashwords.com/books/view/317645 Em 2003 criei uma personagem a quem dei o nome de ...

Alentejo Literário

É com muito gosto que apresento um novo blog, Alentejo Literário, dedicado exclusivamente à literatura feita no Alentejo e para o Alentejo.
Este projecto já tem algum tempo e tenho-lhe dedicado espaço no meu blog rabiscos, rascunhos e limitada. Contudo, como aquele blog é um blog de escrita e este projecto de leitura tem vindo a crescer, vi a necessidade de lhe dedicar este novo espaço.

A continuação deste projecto faz-me muito feliz, mas não é exclusivo do meu esforço. Sem leitores, sem quem nos siga e quem se interesse pelo nosso trabalho nada seria possível. Agradeço a todos os que têm seguido no meu outro blog este meu trabalho.

Os livros lidos neste projecto não são exclusivamente ofertas de editoras. Há livros que são da minha biblioteca pessoal, outros de pessoas mais chegadas (normalmente os meus pais ou os meus sogros) e outros ainda de bibliotecas municipais (nomeadamente da Biblioteca Municipal de Aljustrel). Há também livros oferecidos pelos autores e familiares dos autores. Vou tentar não me esquecer de, em cada crítica, incluir esta informação.

Sábado, 18 de Maio de 2013

Perdidos by Rute Canhoto

PerdidosPerdidos by Rute Canhoto
My rating: 3 of 5 stars

Apesar de parecer que já tinha lido esta história em algum lado ( mas quem sou eu para dizer isso quando estou a fazer o mesmo? ) a leitura conseguiu prender-me. E logo eu que não sou grande apreciadora de livros grandes ( mas leio muitos )! Isto porque até ao final tive a esperança de haver qualquer coisa de diferente. Não houve (mas acredito que possa haver no seguimento).
Um dos pontos mais positivos no livro, para mim, foi a escolha de Alcácer do Sal para palco privilegiado dos acontecimentos. Está certo que é a terra natal da autora, mas sendo uma localidade tão simpática, e que tão simpaticamente foi descrita, tornou-se perfeita na história. Os diferentes espaços da cidade foram muito bem introduzidos na narrativa, tornaram-se imprescidíveis até. Foi uma óptima publicidade! Mas confesso que levei todo o livro à espera de uma cena na praia... Não vale!
Contudo, para mim, o livro teve algumas falhas de realismo ( sim, eu sei que é fantástico, mas não tem nada a ver com isso).
A relação entre Marina e Ana: a maneira como se tratam oralmente não é habitual. O modo como a relação entre as duas se desmorona também não é habitual acontecer sem que as partes sofram com isso. E se Marina tinha mais com que se preocupar, aqui Ana poderia ter entrado na narrativa como resistente à amizade e grande inquiridora de Marina e das suas atitudes.
Algumas atitudes de Marina não se coadunam com a sua personalidade. Não tem nada a ver com o bad boy . Mas sim com a rápida dependência deste e completa submissão a ele. (view spoiler)[Fiquei chocada quando ela aceitou passivamente a possibilidade dele lhe bater, na parte final, quando ele estava sem memória dela. (hide spoiler)] O modo como ela arrasta a situação com Joshua também não é nada simpática. Eu sei, há muito que o faça (eu cheguei a sofrer artimanhas dessas), mas ela não me parece ser o tipo de pessoa que o fizesse. E por fim: onde estão os poderes de Marina? Sim, uma das coisas que mais me encantou no texto foi o facto de se ter pegado na história dos escravos negros do Sado e depois ter ficado por ali. Ela bem que pode ter uns poderes herdados desses antepassados, e há aqui a possibilidade de introduzir um fantástico muito africano e inusual! ;)
O modo como ela leva o rapaz para casa dela também não é natural. Mas ela não tem medo que a mãe o ouça?
A relação delas as duas com a irmã também é pouco natural. Poderia haver um desapego, mas parece-me que devia haver um esforço da Marina e da mãe(e natural sofrimento e frustração) para que as coisas não fossem assim.
O Joshua não se farta de Marina? Expliquem-me: ou ele é um anjo e ainda se vai revelar noutros volumes ou é um grande banana! Já estava na altura dele desamparar a loja.
Gostei da linguagem utilizada no livro. É fluida, de fácil leitura sem cair em simplicismos. Mas houve um excesso de zelo pela procura de sinonímia que por vezes ficou estranho. Se é chato estarmos sempre a repetir palavras, repetir sinónimos também é estranho, especialmente quando não são de uso corrente. Nunca tinha lido tanta vez "pedagogo" e "docente" fora de textos de didáctica.

Foi um grande trabalho, e espero que os próximos volumes ainda dêem mais valor ao nosso Português e ao Alentejo!

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Terça-feira, 14 de Maio de 2013

A Imensa Boca dessa Angústia de Urbano Tavares Rodrigues

Em A Imensa Boca dessa Angústia plasma-se a trágica e convulsa crise que abala o mundo em que vivemos.
Na sua escrita inimitável, ora lírica, ora irónica, ora cáustica, Urbano Tavares Rodrigues analisa a situação, por vezes com dureza, mas sempre com o humanismo compassivo que caracteriza a sua escrita e com o halo mágico e fantástico dos seus melhores livros de ficção.
Um livro que ficará seguramente na memória dos seus leitores.

Segunda-feira, 13 de Maio de 2013

Encontros com a Escrita na Biblioteca Municipal de Aljustrel

Neste sábado tive oportunidade de expor o meu trabalho na biblioteca da minha terra, para um pequeno grupo de pessoas, que agradeço muito.
A palestra decorreu com muita tranquilidade.

Estão todos muito ansiosos que eu escreva um romance. Isso deixa-me um pouco intranquila. Primeiro, porque o meu género favorito é o conto e não o romance. E as pessoas teimam só em considerar escritor que escreve romance. Em segundo, porque o romance que estou a escrever poderia ter como subtítulo: O romance que os Aljustrelenses vão detestar.

Deixo-vos agora com algumas fotos do momento:




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Quarta-feira, 8 de Maio de 2013

A Maldição do Ventre de Ágata Ramos Simões


Aqui:

http://www.smashwords.com/books/view/312731


A velha senhora Dona Maria de Fátima aparenta ser uma velha dama de comuns e modestos hábitos. Porém ela esconde há muito um segredo tenebroso: é na realidade uma canibal que vive há cento e trinta anos. No local onde habita os seus vizinhos tomam-na por uma normal senhora reformada - e ninguém desconfia da sua assaz bizarra dieta alimentar. Até que certo dia Joana Bonfim se muda para o mesmo Bairro. Ela de imediato se apercebe que há algo de muito errado com a simpática Dona Maria de Fátima. No entanto nem imagina a história que a mesma tem para lhe contar.

Domingo, 5 de Maio de 2013

Ao Sul by Napoleão Mira

Ao SulAo Sul by Napoleão Mira
My rating: 4 of 5 stars

Trata-se de um livro que reuniu as crónicas publicadas pelo autor no seu blog, Por Aí.
A leitura dos textos foi bastante agradável e divertida. Não só pelas "partes" contadas, muitas vezes hilariantes, como também pela percepção que transmitem do passar do tempo (ando com a mania de gostar muito disto em crónicas) e da vivência Alentejana.
Escrito num português bastante recomendável, que mesmo assim não se esquece de expressões antigas e de expressões populares, recorrendo a um discurso simples, correcto e perfeitamente perceptível.

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Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

Assuntos de Escrita - Investir na Escrita por Marcelina Gama Leandro

Assuntos de Escrita é uma rubrica deste blog que conta com a colaboração de outro blogger para nos falar de um assunto relacionado com a escrita. Este mês foi convidada Marcelina Gama Leandro, autora do blog: Fénix. Podem também visitar a sua página no Goodreads.

***

Investir na Escrita


         A pedido da Olinda Gil, irei deixar aqui algumas breves reflexões sobre a escrita e da experiência de publicar. Começo por fazer um breve resumo do meu percurso literário, se tal se pode chamar aos breves momentos que tive no mundo da escrita.
          Comecei a escrever em 2009 com o único intuito de postar num fórum de livros do qual fazia parte, e onde existia uma secção dedicada à escrita. Não havia cá ambições de publicar em livro, era algo que fazia porque me dava prazer. Comecei a escrever umas vinhetas e uns minicontos com muitas mortes e sangue e a postar no fórum. Divertia-me a temática, a reacção que a leitura provocava nos leitores e continuei. Surgiu na altura um concurso que aceitava contos, desenhos e poesia e que anunciava publicação em papel. Concorri e fui seleccionada e independentemente da problemática que envolveu o livro, gostei e foi a minha primeira publicação. Como na altura a editora não ofereceu um exemplar a cada autor, a crítica foi feroz e a editora foi categorizada como Vanity. Sinceramente foi-me quase indiferente, e sim comprei um exemplar, mas fui publicada e fiquei bem classificada, e isso incentivou-me a continuar a escrever.
         Como consequência escrevi bastante, os primeiros textos intragáveis como é óbvio, depois aprendi a rescrever e fui melhorando. Como em tudo, o treino faz a diferença, podemos já ter predisposição para alguma das “artes”, mas como costumo dizer aos meus filhos, para sermos muito bons em algo, teremos de trabalhar muito e treinar mais ainda, seja para ser tenista, jogador de polo-aquático (no caso dos meus dois rebentos), quer para escrever bons contos.
         Continuei a escrever e foi crescendo então a vontade de voltar a publicar em papel em vez de deixar tudo “na gaveta”. A minha primeira tentativa foi direccionada para concursos de Câmaras, ainda tentei três ou quatro, mas os entraves são muitos, primeiro gastamos dinheiro no envio dos exemplares e na impressão das cópias, já que nenhuma aceita submissão via email. Depois os tempos de espera são enormes, os temas demasiado vagos, o júri demasiado heterogéneo, e depois os prémios em dinheiro já estão maioritariamente “entregues”. Como precisava de praticar e queria feedback, e como neste tipo de concursos, nunca ouviria uma palavra critica sobre o trabalho e como a qualidade ainda não estava no ponto necessário, repensei as minhas opções. Por isso, a fase seguinte foi procurar alternativas, por esta altura começaram a surgir fanzines e revistas em Portugal à procura de submissões. Tentei as que encontrei na net e tive algum sucesso e também muitos emails não respondidos.
         Podem-se já convencer de uma coisa, pior que um “não”, é mesmo a indiferença. E foi o que eu encontrei mais, não respondem. Nem para dizer que receberam, nem para dizer que não estão a aceitar submissões ou que não querem contos não solicitados. Nada.
         Mesmo assim, o importante é não parar. Não parar de escrever e de tentar. Existem inúmeras alternativas e cada “aspirante” a escritor deverá decidir qual a melhor para si. É possível criar o próprio blog e publicar os trabalhos na net, é possível criar ebooks (pdf, mobi e epub) e pôr em sites (pagos e não pagos), há concursos que aceitam submissões para antologias de contos, para publicar em papel ou em ebook. Há editoras a receber submissões. Há também opções para quem quiser pagar a sua edição, tudo é aceitável, desde que cada autor saiba o que vai fazer. É preciso ter muito cuidado com qualquer uma das opções. Em TODAS há hipóteses de correr mal. Publicar online trás o perigo de roubarem os vossos trabalhos ou de ninguém ler o que tentam publicitar com tanto carinho. Nos concursos podem ser publicados e nunca receberem o que vos prometeram. Podem também publicar numa edição com pouco mérito e de ficarem conotados a um mau trabalho. Se pagarem pela vossa edição, podem acabar por ter nas mãos um trabalho rude, com má capa ou má impressão e sem a devida edição, podem nunca ser distribuídos em lojas, ou de receberem em casa 400 exemplares e não terem ninguém que vos ajude nas vendas. Enfim, como em tudo informação há e muita é só preciso investigar.
         Publicar é como investir num negócio (sem a parte de poderem ficar ricos), e para que o negócio corra bem, é preciso pensar antes de agir.
  • Tem um bom produto → Tem um bom romance/conto para enviar para algum lado?
  • Precisão de fazer uma pesquisa de mercado → Quais as editoras existentes no mercado? Quais as que publicam o vosso género de literatura? Aceitam submissões de trabalhos?
  • Quanto dinheiro tem para investir no vosso negócio → Muito, pouco ou nenhum?
  • Posso investir dinheiro? → Posso pagar uma revisão, tradução ou uma capa?
  • Quanto tempo pode “perder”? → Blog, facebook, twitter? Publicitação, divulgação, entrevistas, emails, etc.
  • Como publicitar? Onde?
  • Quem vai participar/ajudar?

As dúvidas e dificuldades existirão em todo o vosso percurso, o que vos posso “aconselhar” é: não tenham pressa, nem se precipitem. Apenas tem uma oportunidade para criarem uma primeira boa impressão. Se o vosso primeiro trabalho for mau, as dificuldades irão duplicar ou triplicar.
Boa sorte e boa escrita.
 

Quinta-feira, 2 de Maio de 2013

Abril em Revista: o que se diz por aí

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Leitura
  • Tidy Friday #7: Finalmente vejo alguém com a mesma opinião que eu sobre os livros eróticos que agora estão na berra
Literatura e os Nossos Dias

Notícias:

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

O que fiz em Abril?

daqui

Abril foi um bom mês para a escrita:
- Trabalhei em três contos que tinha escrito o mês passado. Revi dois e enviei-os para submissões. Comecei a rever o outro, que é para uma submissão.
- Escrevi um outro conto e comecei a revê-lo. É um texto escrito a convite.
- Trabalhei no romance e na novela. Pouco, mas trabalhei.
- Revi contos mais antigos: pouco, mas revi.

- No dia 5 de Abril tive a minha estreia em público enquanto escritora.
- Encontrei-e com a Ágata Ramos Simões, a Liliana Lavado e outros bloggers.
- No dia 27 de Abril teve lugar o lançamento da colectânea Poesia sem Gavetas na qual colaborei.

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Poesia sem Gavetas


Participo nesta colectânea da Pastelaria Studios Editora com os textos seguintes:






Para que não tiver paciência, pode ver o meu nome no minuto 2:49.
  



E ainda a minha impressão sobre o lançamento do livro.

Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

Poesia sem Gavetas

No sábado teve lugar mais uma apresentação de uma colectânea da Pastelaria Studios Editora, na qual participei: Poesia sem Gavetas.
Já é a terceira vez que participo num evento da Pastelaria, e sinto-me já a cair na rotina. Nem sequer foi a primeira vez que publiquei poesia.
Desta vez não gostei tanto. A sala estava cheia, cheguei tarde demais, e apesar de ter uma coisas preparadas para dizer, não houve oportunidade. No sábado também não me estava a sentir bem.

Esqueçam... há dias assim.

daqui

Quinta-feira, 25 de Abril de 2013

Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

Como eu leio notícias

Há já muito tempo, muito tempo mesmo, que ando de pé atrás com os serviços noticiosos. Desde a adolescência, confesso, quando me apercebi, pelas notícias relacionadas com a minha região, que muitas das vezes “a bota não batia com a perdigota”. Se era sempre assim com notícias que eu conhecia in loco, o mesmo seria com todas as outras.

Esta semana explodiu um “escândalo” que vou utilizar para vos explicar como eu lido com estas coisas.

Apercebi-me no twitter, entre vários twitters dos quais destaco a Safaa Dib (https://twitter.com/SafaaDib - editora da Saída de Emergência) que a Caixa Geral de Depósitos teria cancelado uma campanha, em parceria com essa editora, que consistia na distribuição de livros no dia Mundial do Livro (23 de Abril). O cancelamento teria acontecido por terem sido incluídos nos livros escolhidos alguns com conteúdo erótico.

“Parvos e hipócritas” pensei logo sobre os senhores da CGD. Lixam-nos a vida e depois uma hipocrisia destas. Mas como a SE tem no seu catálogo livros eróticos, não liguei de todo. “Que burros. Então não verificaram atempadamente os títulos? Não reuniram com a editora? Estes senhores não sabem trabalhar?”

Só depois saiu a informação na comunicação social, pelo jornal i (http://www.ionline.pt/dinheiro/erro-casting-caixa-geral-depositos-esteve-prestes-distribuir-livros-eroticos) que tem sido replicada vezes sem conta, noutros meios de comunicação social e em blogues da especialidade (que afinal não são tão especialistas assim).

Quando li a notícia dê-me conta do disparate por causa do título “Sr. Bentley, o Enraba-Passarinhos”, http://www.goodreads.com/book/show/6693341-sr-bentley-o-enraba-passarinhos) livro que já li, conheço a autora e garanto-vos que não tem nada de erótico. Contudo, basta olhar para a capa que se entende que o conteúdo do livro não pode ser esse. Quanto aos outros livros, aconselho-vos a seguir um outro link de quem os conhece, e que conta um pouco toda esta história. (http://www.ionline.pt/dinheiro/erro-casting-caixa-geral-depositos-esteve-prestes-distribuir-livros-eroticos).
(

Como devemos lidar com “desinformação”, “notícias falsas” e “notícias com erros”?
  1. Procurar mais que uma fonte. Procurar fontes noticiosas “obscuras”, incluindo teorias da conspiração (vá, tirando as que falam do anti-cristo…);
  2. Comparar as notícias.
  3. Utilizar o que conhecemos previamente sobre o assunto;
  4. Analisá-las e retirar a nossa conclusão.
  5. Seguir o nosso próprio instinto.

Não vos garanto que a nossa própria indução nos leve à verdade. Essa, na maior parte das vezes, nunca chega a ser descoberta. Mas pelo menos, assim, não nos enganam.

Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Na minha jarrinha de primavera


Alho Rosado (daqui)
Catacuzes (daqui)

Flor de Trevo (daqui)
Malmequer (daqui)

Soagem (daqui)

Silene Rosada (daqui)

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Acerca das revisões



Ando a rever dois de três textos que escrevi no mês passado. Dei comigo a pensar sobre o processo das revisões e sobre o modo como o sinto, e como esse sentimento se modificou nos últimos tempos.

Continuo a utilizar as mesmas técnicas (ler, rever, rever), contudo, ando a fazer menos modificações aos textos. Escrevo melhor? Não, escrevo diferente, mais madura,e já sei quais os erros habituais a evitar. E, sobretudo, revejo num espaço de tempo menor. Que acontecia antes? Fazer revisões sobre textos que tinha escrito há dois, três anos fazia com que os alterasse muito. Porque a pessoa que lia e revia não era a mesma que escrevia.

E como procrastinava muito (andei doente com uns sete aos de procrastinação), procrastinava também nas revisões. Quanto mais tempo, mais alterações. Era uma bola de neve.

Felizmente que agora a minha vida conseguiu reunir uma série de factores que melhoraram o meu processo de escrita.

Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Um Cappuccino Vermelho by Joel G. Gomes

 Um Cappuccino VermelhoUm Cappuccino Vermelho by Joel G. Gomes
My rating: 3 of 5 stars

Gostei do enredo e do modo como foi desenvolvido, apesar de saber que não foi propriamente original. Mas o que é original desde os gregos? Gostei do modo como o autor desenvolveu o tema e como finalizou a obra (confesso que esperava outro fim).
A linguagem utilizada é correcta, mas é uma linguagem muito directa que não aprecio muito. Claro que isto é só uma opinião pessoal. Sei que há muito quem goste deste tipo de linguagem, e tendo em conta isso e o enredo, acredito que seja uma obra que venha a agradar a muitos leitores.

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